Dica do dia #2 – narrativas de Grey’s Anatomy

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Eu poderia começar este texto de várias maneiras. Poderia ser recomendando este seriado porque os atores são maravilhosos, porque tem histórias tristes e felizes (a maioria das vezes tristes), porque tem aventura, drama (muito drama), romance e um pouco de comédia. Poderia sem dúvidas dizer que tem várias opções de crush e amores platônicos e que cada episódio é uma emoção diferente. Mas o que eu queria dizer mesmo nesta dica do dia é que Grey’s Anatomy possui as melhores narrativas do mundo. O que eu queria mesmo era que você assistisse Grey’s Anatomy e prestasse atenção primeiramente nelas. Então é isso que eu venho indicar hoje, as narrações de Grey’s Anatomy. Percebe que eu repeti várias vezes que é para fixar na sua cabecinha. ♥

Pra você não me achar uma louca que indica as narrações ao invés do seriado (o que seria mentira porque eu também indico o seriado), eu separei algumas falas, as minhas favoritas até o momento, – porque ainda sou novata, estou na 5ª temporada. Se depois que você ler todas não sentir vontade de assistir o seriado, deixe um comentário que eu volto e te dou outros motivos.

1.05 – Shake Your Groove Thing

“Se lembra de quando era pequeno e sua maior preocupação era, tipo, se você ia ganhar uma bicicleta de aniversário ou se ia ter biscoito no café da manhã? Ser adulto? Total superestimado! É sério, não se engane por aqueles lindos sapatos, ótimo sexo e a falta dos seus pais te dizendo o que fazer. Ser adulto significa ser responsável. Responsabilidade é realmente uma porcaria. De verdade mesmo. Adultos têm que estar em certos locais e têm que ganhar a vida para pagar o aluguel. E se você estiver treinando para ser cirurgião, pra segurar um coração humano nas mãos, hein? Isso que é responsabilidade. Meio que faz bicicletas e biscoitos parecem bons demais, né? A parte mais assustadora da responsabilidade? Quando você estraga com tudo e a deixa escorrer por entre seus dedos…”

[…]

“Responsabilidade é realmente uma porcaria. Infelizmente, uma vez que você passa da fase dos aparelhos e do primeiro sutiã, a responsabilidade não vai embora. Ou alguém nos força a encará-la ou então sofremos com as conseqüências. E, ainda assim, ser adulto tem seus pontos altos. Quer dizer, os sapatos, o sexo e a falta dos seus pais te dizendo o que fazer. Isso é muito, muito bom!”

1.08 – Save Me

[…]

“Ao final de um dia, a fé se torna uma coisa engraçada. Ela aparece quando você menos espera. É como se, um dia qualquer, você percesse que o conto de fadas é um pouco diferente do seu sonho. O castelo pode não ser bem um castelo. E que não é tão importante ter um “felizes para sempre” e sim um “felizes nesse exato momento”. E, uma vez ou outra, as pessoas podem até de deixar sem fôlego…”

2.05 – Bring the Pain

“Dor chega em todas as formas possíveis. Uma dorzinha aguda, um pouquinho de depressão, a dor aleatória com que convivemos todos os dias. Então tem o tipo de dor que você simplesmente não consegue ignorar, um nível tão grande de dor que bloqueia todo o resto, faz com o que o mundo inteiro desapareça até que a gente só consiga pensar que o tanto que machucamos e a maneira com que lidamos com a dor é totalmente pessoal. Nós anestesiamos, sobrevivemos a ela, ou a abraçamos, ou ignoramos. Para alguns de nós, a melhor maneira de lidar com ela é atravessando-a.

[…]

A dor. Você só tem que sobreviver a ela, esperar que ela vá embora sozinha, esperar que a ferida que a causou, cure. Não há soluções, respostas fáceis. Você só respira fundo e espera que ela vá diminuindo. Na maior parte do tempo, a dor pode ser administrada, mas às vezes ela te pega quando você menos espera, te acerta abaixo da cintura e não te deixa levantar. Você tem que lutar através da dor, porque a verdade é que você não consegue escapar dela e a vida sempre te causa mais.”

2.09 – Thanks for the Memories

[…]

Talvez a gente não devesse ser feliz. Talvez gratidão não tenha nada a ver com alegria. Talvez ser grato signifique reconhecer o que você tem pelo que é. Apreciar pequenas vitórias. Admirar a luta que é para simplesmente ser humano. Talvez a gente seja agradecido pelas coisas mais familiares que conhecemos. E talvez sejamos agradecidos pelas coisas que nunca conheceremos. No final das contas, o fato de termos coragem pra continuarmos firmes de pé é razão suficiente para celebrar.”

3.07 – Where the Boys Are

[…]

Nem todas as feridas são superficiais. A maioria delas corre mais profundamente do que você imagina. Você não pode vê-las a olho nu. E então há as feridas que nos pegam de surpresa. O truque com qualquer tipo de ferida ou doença é cavar fundo, e procurar pela verdadeira fonte de dor – e uma vez que você a encontrou… tente infernalmente curar a desgraçada!”

3.18 – Scars and Souvenirs

“As pessoas possuem cicatrizes. Em todos os tipos de lugares inesperados. Como mapas secretos de suas histórias pessoais. Diagramas de suas velhas feridas. A maioria de nossas feridas pode sarar, deixando nada além de uma cicatriz. Mas algumas não curam. Algumas feridas podemos carregar conosco a todos os lugares, e embora o corte já não esteja mais presente há muito, a dor ainda permanece.

[…]

O que é pior, novas feridas que são horrivelmente dolorosas ou velhas feridas que deviam ter sarado anos atrás mas nunca o fizeram? Talvez velhas feridas nos ensinem algo. Elas nos lembram onde estivemos e o que superamos. Nos ensinam lições sobre o que evitar no futuro. É como gostamos de pensar. Mas não é o que acontece, é? Algumas coisas nós apenas temos que aprender de novo, e de novo, e de novo… ”

4.01 – A Change is Gonna Come

 […]

Mudança… Nós não gostamos dela. Nós a tememos. Mas não conseguimos evitá-la. Ou nos adaptamos e mudamos, ou somos deixados para trás. Dói crescer. Qualquer um que te disser que não, está mentindo. Mas aqui vai a verdade: às vezes, quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas… E às vezes… oh, às vezes a mudança é boa… Às vezes a mudança… é tudo.”

4.03 – Let the Truth Sting

[…]

A verdade é dolorosa. Lá no fundo, ninguém quer escutá-la, especialmente quando ela toca numa ferida. Às vezes, falamos a verdade porque ela é tudo que podemos dar. Às vezes nós falamos a verdade porque a gente precisa ouvi-la em voz alta, para a escutarmos por nós mesmos. E às vezes falamos a verdade porque simplemente não conseguimos evitar. Às vezes, nós falamos verdades porque é o mínimo que devemos a elas.”

5.01/02 – Dream a Little Dream of Me

“Todos nos lembramos das historinhas de nossa infância: o sapato serve na Cinderela, o sapo vira um príncipe, a Bela Adormecida é acordada por um beijo… Era uma vez… e eles viveram felizes para sempre. Contos de Fadas – é do que sonhos são feitos. O problema é que contos de fadas não se tornam realidade. São as outras histórias, as que começam com noites sombrias e tempestuosas, que terminam de formas indescritíveis… Sempre são os pesadelos que parecem se tornar realidade…

5.09 – In The Midnight Hour

“Quando você é criança, a noite é assustadora. Porque existem monstros escondidos debaixo da cama. Quando você cresce os monstros são diferentes.

Desconfiança…solidão…arrependimento. E embora você seja mais velho e mais sábio, você ainda se vê com medo do escuro.

[…]

Dormir…é a coisa mais fácil de se fazer. Você só…fecha os olhos. Mas para muitos de nós, dormir parece estar fora de nossa compreensão. Nós queremos, Mas…não sabemos como conseguir. Mas, uma vez que enfrentamos os nossos demônios…os nossos medos. E pedimos ajuda uns aos outros…

A noite não é tão assustadora assim porque…Nós percebemos que não estamos totalmente sozinhos na escuridão.”

Narrações retiradas daqui! ♥

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